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  • Foto do escritorClarissa Motta

Amsterdam com neve

Como foi uma trip sem planejamento, sai com os amigos (que já conheciam a cidade), em baixo de neve, para buscar uma hospedagem no barco em um dos canais da cidade. Esse tipo de hospedagem é bem famosa por lá e torna qualquer momento ainda mais interessante. Fiquei hospedada em um hotelboot chamado MPS Angeline e indico a qualquer um.

Como vocês devem saber, Amsterdam é conhecida por ser uma cidade liberal, então, a primeira parada foi no meu primeiro coffee shop da vida, fechando a noite no Red Lights. O distrito da luz vermelha é onde se localizam as famosas vitrines das prostitutas e a maioria dos turistas passam por lá só por curiosidade mesmo, que foi o meu caso. A surpresa da noite não foi a apreciação da fama de sexo, drogas e rock´n rol da cidade e sim a dança dos cisnes que se movimentam tranquilamente pelas docas do bairro.



No dia seguinte fui andando pelas ruas da cidade até encontrar um Tourism Bus. Porém, no meio do caminho encontrei um lindo All Star gigante exposto no meio da rua. Na data que fui eles estavam incentivando que as pessoas customizassem seus tênis em um box promocional da marca. Eu amei!



O passeio turístico contratado dava direito a visita a Diamond Factory, uma visita informativa que ensina um pouco mais sobre as 57 faces do diamante, o preço, o peso, a cor, a qualidade do mesmo. De lá fomos até a tão esperada Fábrica da Heineken, chamada de Heineken Experience, instalada dentro de uma histórica cervejaria da Heineken. O museu é completamente interativo e explica a história e o processo de fabricação da cerveja. A visita tem dois pontos altos: o ‘Brew Your Ride’, uma aventura 4D que permite aos visitantes descobrir o que é ser uma garrafa de Heineken e a degustação da cerveja.



De lá, fomos com o ônibus de turismo até o Rijksmuseum, o Museu Nacional de História e Arte dos Países Baixos. Não visitei o mesmo e aproveitei para ir até a praça que fica em frente ao museu e onde se localiza a famosa placa com a frase ‘I AMSTERDAM’. Dizem que é complicado encontrar a placa vazia para tirar foto, mas com o frio que estava fazendo, achei bem tranquilo.



Em frente ao Rijksmuseum, na Museumplein, está o Museu Van Goghum dos museus mais populares do mundo. São mais de 200 pinturas, 500 desenhos e 700 de suas cartas. A entrada custa 15 euros, mas eu acabei ganhando o ingresso da dona do barco em que fiquei hospedada.



Fechamos o dia no Icebarg, um bar de gelo dividido em duas sessões: uma parte em temperatura ambiente com mesas e cadeiras e o bar que fica dentro de uma câmara frigorifica com temperatura de -10º grau e permanência limitada a 30 minutos. O único diferencial é que lá dentro os visitantes recebem 2 doses de uma bebida servida em copos feitos de gelo. Não recomendo!


No dia seguinte, o clima conseguiu esfriar ainda mais e fui de taxi até o Museu de Anne Frank, localizado no edifício onde ela, sua família e outros quatro judeus permaneceram escondidos nos anos da ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O edifício seria demolido, quando um grupo de pessoas, incluindo seu pai Otto Frank, decidiram criar o Instituto Anne Frank e tornar o local acessível ao público. A visita é carregada de muita história e emoção, ainda mais para aqueles que conhecem a história da Anne. O diário original escrito por Anne Frank está lá, assim como fotos, documentos e outros objetos pessoais. Entrar no lugar que ela viveu, ver onde ela gostava de escrever, o seu banheiro, quarto, posters na parede, a única janela com vista para rua realmente fez valer cada minuto da visita.



Apesar de todo o frio e algumas limitações de passeios, fechei essa viagem realmente emocionada com a visita ao Museu de Anne Frank.





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