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  • Foto do escritorClarissa Motta

Buda e Peste

A história de Budapeste é a história de três cidades: Obuda, “antiga Buda”, Buda, a cidade alta situada na margem esquerda do Danúbio, e Peste, a cidade baixa na margem direita do rio. Em 1873, Buda se uniu à moderna Peste.



Chegando na cidade eu encontrei uma empresa que faz Hop On Hop Off. O primeiro ponto turístico foi o Museu do Terror (Terror Háza, em húngaro), local onde funcionou o quartel general do partido nazista húngaro.

Como eu visitei o Campo de Concentração de Dachau, eu preferi não entrar no museu. Sofro demais com esse tipo de visita.

De lá, desci a Rua Andrássy e fui direto para a Praça dos Heróis ver as estátuas que homenageiam os líderes das sete tribos fundadoras da Hungria.


Logo ao lado da praça encontra-se o Castelo Vajdahunyad. Ele fica localizado em uma pequena ilha chamada Széchenyi, cercado por um lago artificial. Fiquei surpresa ao ver que durante o inverno o lago dá lugar a uma pista de patinação no gelo.

Sabe o que mais amei? A construção do castelo parece saído de um filme do Drácula e incorpora estilos arquitetônicos diversos como o românico, barroco, renascentista e gótico.

Atravessando a pequena ilha, cheguei no Széchenyi para aproveitar os famosos benefícios das águas termais e medicinais com altas concentrações de cálcio, magnésio e bicarbonato de sódio. Széchenyi conta com 15 piscinas internas, 3 externas e 10 saunas. Estava fazendo 4ºC do lado de fora e mais de 30ºC dentro da piscina. Escolhi a terma externa e passei 2 horas recebendo a energia quente dessa água deliciosa.

Há diversos pacotes para quem quer usar as piscinas. As opções mais simples custam em torno de 18 euros e as mais caras giram em torno de 53 euros (inclui sandália, toalha, sabonete, locker individual).


No dia seguinte acordei cedo e peguei a linha vermelha do Hop On Hop Off para conhecer o Monte Gellért (Gellért-hegy), onde se tem uma das vistas mais lindas de Budapeste. Eu tinha lido que para chegar até lá de transporte público é complicado, por isso a escolha do ônibus de turismo caiu como luva.


A parada seguinte foi na beira do Danúbio onde encontrei a estátua do pintor Ignac Roskovics. Logo em frente está a Ponte Széchenyi Lánchíd, conhecida como Ponte das Correntes, a ligação mais antiga entre os dois lados de Budapeste.

O Danúbio é um dos rios mais importantes da Europa. Ele começa na Alemanha e termina na Romênia.

No outro lado da rua está o Parlamento de Budapeste, uma construção imponente para demonstrar o poder econômico da Hungria no início do século. Atravessei a Ponte Széchenyi e peguei um ônibus  elétrico, parte do pacote do Hop On Hop Off, que me levou até o topo do Castelo de Buda. Além do castelo e da bela vista, você ainda encontra muitas ruas cheias de charme na colina de Buda.


Foi lá em cima que eu pude provar a famosa sopa Goulash. Vale a pena, ainda mais quando o clima está frio. Encontrei uma feirinha de artesanato e souvenirs na descida do Castelo até a Igreja Matthias e aproveitei para comprar um sabonete de páprica (especiaria húngara).



Com seus telhados revestidos em ladrilhos coloridos, estilo gótico e tom branco, a Igreja Matthias conta com uma das arquiteturas mais bonitas que eu já vi. A dica aqui é: ande e explore cada detalhe desse lugar.



Para fechar a viagem com chave de ouro, comi um nhoque na famosa rua Holló u., um local lotado de bares e restaurantes modernos para quem curte uma boa balada!




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