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  • Foto do escritorClarissa Motta

Viagem pela Romênia

Uma viagem curta de apenas dois dias, mas o suficiente para entender melhor esse país. Essa postagem contem algumas alertas para que você evite cometer os mesmos erros que eu! O primeiro dia acordei super cedo para fazer a Excursão ao Castelo do Drácula, Peles e Brasov que comprei pelo get your guide. O passeio começa às 07:30am e dura o dia inteiro.


Se eu puder dar um conselho é: alugue um carro para fazer o passeio. A minha experiência de excursão foi bem decepcionante. Eu não quis pagar para entrar nos castelos e o nosso guia não explicou nada sobre os locais que visitamos. Como o passeio é longo indico levar lanches já que não há uma boa estrutura de restaurantes nas duas primeiras paradas.

A primeira parada foi no Castelo de Peleș, localizado em Sinaia, na Romênia. É um castelo estilo palácio com arquitetura neo-renascentista alemã. O local ganhou um visual ainda mais bucólico com a neve fininha que começou a cair enquanto estava lá.


Segui para a segunda parada, o Castelo de Bran, também conhecido como "Castelo do Drácula". O caminho foi surpreendente, com bastante neve, montanhas e visuais lindos. A história do Conde Drácula dos livros e dos filmes foi inspirado em Vlad III, que era conhecido na antiguidade como Vlad Drácula, o Empalador - essa era a forma que ele matava suas vítimas. Depois que descobri essa história e descobri que parte do tour no castelo era para mostrar as ferramentas de tortura do Vlad perdi o interesse em pagar para entrar. O que acabou sendo a melhor escolha pois os arredores do castelo são lindos, com lagos congelados, muita neve, restaurantes bem fofos.


A última parada foi na charmosa vila medieval de Brasov, na Transilvânia. A excursão nos deu 2 horas para explorar o local, começando pela praça Sfatului, em torno do antigo edifício da Câmara Municipal de Brasov – hoje um museu – e rodeada por casas de recorte medieval. O passeio fechou com chave de ouro, comida e cerveja local no restaurante La Ceaun. Pedi o famoso rolo de repolho e porco com polenta - delícia!


No jantar, conheci o restaurante Manuc's Inn, tradicionalmente romeno. O local me surpreendeu em todos os sentidos: comida boa, vinhos locais, apresentação de dança e música tradicionais, além da decoração ser linda!




No dia seguinte descobri que ficar hospedada no coração da cidade é uma péssima ideia, já que existem bordéis espalhados pelo centro, com música muito alta que vai até às 6am. Minha escolha, o Hotel Forty One foi um grande erro - não repitam se vocês apreciam dormir bem.


Como no dia anterior eu tinha visto a maior parte dos pontos turísticos de dentro da van, a escolha do dia seguinte foi: tomar café da manhã de verdade no Grand Café Van Gogh e sua decoração que tocou meu coração, com quadros do artista por todos os lados. De lá, conheci a livraria Cărturești Carusel e sua arquitetura bem bonita e por fim, fui até a Therme Bucuresti, um misto de parque aquático e spa que tem várias piscinas, massagens, saunas de todos os tipos em salas lindas e temáticas e é uma ótima oportunidade para relaxar. É possível beber dentro da piscina principal, mas o atendimento ficou a desejar.


De lá, dá para seguir direto para o aeroporto, que é próximo. E aqui fica mais uma alerta, não peguem os táxis oferecidos pela terma, sofri um golpe e tive que pagar 50 euros por uma viagem de apenas 6 minutos até o aeroporto. É mais fácil ter paciência e pedir um Uber que aceite fazer a jornada.




Fechei a viagem com uma sensação de que a Romênia não é para mim, mas espero que a sua experiência seja melhor que a minha! 😛


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