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  • Foto do escritorClarissa Motta

O que fazer em Oslo em 3 dias

Saindo do avião você pega um trem até o centro da cidade - você pode comprar os bilhetes nas máquinas dentro do aeroporto. Sabe aquela história de que a Noruega é cara? O primeiro impacto em relação aos preços foi justamente no valor do ticket do trem, que mesmo com desconto de estudante é o mais alto que já encontrei - se comparado com todos os lugares que já visitei! Eu desembarquei na Oslo Sentralstasjon, a Estação Central de Oslo - nela encontra-se várias lojas, restaurantes, supermercados e até um shopping.


Como cheguei a noite, caminhei até o Café Cathedral e provei a pizza mais saborosa da vida (bacon, brie e aspargos) em um restaurante com um visual bem bucólico.


No dia seguinte fui até a Ópera de Oslo, primeira parada do dia. O edifício foi concluído em 2007 e lembra o iceberg. Eu caminhei até topo do edifício para ter uma vista deslumbrante do fiorde.


A parada seguinte foi na praça Stortorvet onde fica a Catedral de Oslo (Domkirke). A entrada é gratuita e achei interessante ver uma igreja mais minimalista, com menos ouro e com o teto todo pintado por artistas locais - tudo bem colorido e diferente.


Em frente fica a Karl Johans Gate, rua que se estende desde a estação de trem até a praça Slottsplassen que fica de frente ao palácio real. Essa é a rua principal no centro de Oslo, com várias opções para compras, cafés e restaurantes. Foi lá que eu vi na praça do chafariz a primeira estátua em homenagem a uma mulher com câncer de mama. Ao lado da estátua você encontra o Parlamento Norueguês, cuja arquitetura é bem atraente, construída com tijolinhos amarelos.





O Palácio Real e os jardins em frente ao palácio são uma das atrações turísticas mais visitadas de Oslo. É por um bom motivo: o palácio é tão bonito e de novo, bem simples quando comparado com os demais palácios da Europa. Os jardins estão abertos o ano todo e você pode entrar a qualquer momento para passear.


De lá, caminhei até a Damstredet, uma das ruas mais charmosas e coloridas de Oslo. É uma ruela estreita onde você encontrará várias casinhas de madeira construídas no final dos anos 1700 e 1800. Ao descer a rua encontrei o mercado Mathallen, com uma variedade imensa de lugares para comer e beber.


A última parada, e quando a chuva resolveu cair sem pena, foi no Jardim Botânico. O local é lindo e conta com mais de 5.500 espécies de plantas locais e internacionais.




No segundo dia cedo fui fazer um passeio pelas águas tranquilas do fiorde de Oslo em um cruzeiro turístico. Quando você faz um cruzeiro é quando você percebe o quão bonita é a cidade e a natureza por lá. Eu pude conhecer as diversas ilhas que abrigam as casas coloridas e os povoados de pescadores.


O barco me deixou logo ao lado da Aker Brygge, uma área cheia de restaurantes, bares, estátuas e ruas interessantes. É nessa área que estão o centro Nobel Peace Center e a Prefeitura de Oslo (Rådhuset) - a visita é gratuita e vale a pena conhecer os incríveis murais coloridos que retratam temáticas típicas do povo norueguês que incluem aspectos sociais, trabalho, esportes etc.





Saindo do porto, peguei um tram e fui até o Parque Vigeland, conhecer as esculturas do artista Gustav Vigeland. Ao chegar basta caminhar com calma para apreciar as mais de 200 esculturas de bronze, ferro forjado e granito. Esculturas e estátuas que representam a família, nascimento e morte de uma forma muito peculiar.


Saindo do parque, voltei para o ponto inicial e fui conhecer a Fortaleza de Akershus, que tem entrada totalmente gratuita, mas estava fechando às 4pm. Como estava fechada, fui explorar melhor as ruas na Aker Brygge e recomendo - são tantos detalhes e estátuas espalhadas pelo local! Quero ver se você encontra o nadador prateado e a mulher de bronze sentada na sua cadeira de praia.





Se eu puder dar uma dica, leve um biquini com você para conhecer uma das saunas self-service que ficam em frente a Ópera de Oslo, principalmente quando combinada com um mergulho! Fico devendo essa experiência para a próxima vez que visitar a cidade!

No terceiro dia eu reservei a manhã inteira para conhecer o Museu Munch, já que são 10 andares de muitas obras de arte e muita história para ler e obras para apreciar.


Vale ressaltar que a pintura do grito não fica disponível para apreciação. O mesmo está localizado em um espaço pequeno, onde os turistas se amontoam, uma portinha abre, mostra a obra por alguns minutos e fecha novamente.




Países nórdicos que visitei:


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