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  • Foto do escritorClarissa Motta

Roteiro prático em Bruxelas

Cerveja, batata frita, wafles e chocolate. O primeiro passo ao chegar no aeroporto de Bruxelas é pegar um trem para o centro da cidade até a Brussels Central Station (cuidado pois existem 2 estações antes da central). Ao sair da estação você já se encontra no centro da cidade e a minha primeira parada foi para comer um Waffle, é claro. Escolhi uma versão mais básica e maravilhosa: chocolate.


De barriga cheia, segui para o Grand Place, rodeado de prédios imponentes e fachadas de ouro. Na época medieval, a praça foi um grande centro de comércio e possui alguns prédios importantes, sendo alguns deles: Hôtel de Ville (o Conference Room Council Chamber abre nas segundas e quartas); Maison du Roi (abriga os famosos outfits do boneco da mais famoso do país e a entrada custa 8 euros); Le Pigeon; Northeast Corner e o La maison des Ducs de Brabant. Confesso que esse foi o lugar mais lindo da cidade e um dos mais belos conjuntos de edificações da Europa.


Do Grand Place, andei uns 5 minutos até chegar no pequenino Manneken-Pis, estátua do menino fazendo xixi. Digo pequenino pois o mesmo só tem cerca de 61 cm. A estátua original foi construída em 1618 e está guardada na Maison du Roi.


Segui pela rua de la Montagne e entrei na Galerie Royales Saint-Hubert para olhar a arquitetura, a enorme cúpula de vidro e visitar as lojas. Ao sair da galeria, na rue de l’Ecuyer, virei à direita até a Cathédrale des Saints Michel et Gudule (estilo gótico) e segui para a região de Monts des Arts, onde tem um jardim florido, cheio de pequenas fontes, a Biblioteca Real da Bélgica e o Centro de Convenções. No ponto mais alto estão a Place Royale, os Museu de Instrumentos Musicais e o Museu Real de Belas Artes da Bélgica, a imponente Igreja de St. Jacques-sur Coudenberge e o Palácio Real. Bem em frente ao Palácio Real fica o Parque de Bruxelas, o local ideal para descansar um pouco depois de muita caminhada.


Uma curiosidade que só descobri quando cheguei lá e vi paredes e muros pintados, além de muitos souvenirs com os temas: Bruxelas é a cidade das histórias em quadrinhos e a terra do Tintin, do Luke Luke e dos Smurfs. 🙂

Para fechar o dia, descobri que o caminho para meu apartamento alugado no Airbnb ficava ao lado da Place Sainte Catherine, com uma igreja no centro e rodeada por vários restaurantes. Os belgas ficam por ali, em pé, apoiados nas mesinhas, bebendo e comendo. Na lateral da igreja, é possível encontrar ainda mais restaurantes (muitos deles de frutos do mar) em frente a um grande canal onde várias pessoas sentam para beber e comer. Melhor localização, impossível!


No segundo dia peguei o metrô e fui direto para a estação Esplanade onde, após atravessar uma passarela e andar 1,5km, você encontrará o Atomium (que abre às 10h e custa 12 euros). O caminho do metrô conta com partes subterrâneas e outras na superfície, mais uma chance para conhecer um pedaço de Bruxelas, já que a atração fica na extremidade norte da cidade.


Atomium trata-se de um conjunto de nove esferas metálicas, desenhada por André Waterkeyn e construída para a exibição universal de Bruxelas, em 1958. Possui cerca de 102 metros de altura e simboliza uma molécula de ferro ampliada 165 bilhões de vezes, representando a importância da Bélgica na produção do aço. Quase todas as esferas do Atomium são interligadas, e em cada uma delas há atrações e exposições audiovisuais.

Da esfera mais alta, se tem acesso a uma vista fantástica da cidade. No mesmo local, há um restaurante panorâmico, mas os valores são bem salgados.




Eu também visitei Bruges e adorei!



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